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Sinopse

Mortos-vivos: Uma ex-conferência parte de uma premissa fantástica: e se realmente acontecer um apocalipse zumbi e os cadáveres voltarem a vida, aqui mesmo em nossa cidade? Como enfrentar esta ameaça? Como combater hordas de mortos-vivos insaciáveis que invadem nossas casas e despedaçam nossos entes queridos?

Sobre a criação

Leitura dramatizada do texto de Alex Cassal, Mortos-Vivos: Uma ex-conferência. Nesta espécie de conferência à beira do abismo, quatro especialistas analisam a crise que os rodeia em busca de estratégias de sobrevivência. Enquanto são engolidos pelo caos, discutem temas como alteridade, xenofobia, tortura, a banalidade do mal, por que os seres humanos sentem um medo inato de serpentes e quais são as armas mais efetivas afinal para destruir um morto-vivo. O zumbi cambaleante, mas incansável é o monstro por excelência de nosso tempo:  ao mesmo tempo semelhante e diferente, patético e assustador, revelando o quão próxima a nossa civilização ainda se encontra da barbárie.  Difundida pelo cinema, a TV e as histórias em quadrinhos, a imagem decomposta do zumbi tornou-se metáfora explorada tanto pela política quanto pela filosofia.  O zumbi é sempre o outro, o que nos ameaça com sua presença.  Para enfrenta-lo, todas as armas são permitidas: o preconceito, o isolamento, a agressão, a destruição.

Sobre o grupo

Em 2008, Alex Cassal e Felipe Rocha formaram o grupo Foguetes Maravilha. O monólogo ELE PRECISA COMEÇAR, escrito por Felipe Rocha e dirigido pelos dois, estreou neste mesmo ano no Rio de Janeiro e desde então esteve em festivais e teatros por todo o Brasil. Em 2009 Alex e Felipe participaram do projeto ESTÚDIOS, idealizado pelo diretor Tiago Rodrigues do grupo português Mundo Perfeito. Em 2010, Felipe Rocha recebeu a bolsa do Centre International des Récollets – Paris para escrever o texto teatral NINGUÉM FALOU QUE SERIA FÁCIL. Mais uma vez dirigido por Felipe Rocha e Alex Cassal, e interpretado por Felipe Rocha, Renato Linhares e Stella Rabello, o espetáculo estreou no Rio de Janeiro em 2011 e recebeu os prêmios Shell, APTR e Questão de Crítica (na categoria autor).  Ainda em 2011, os Foguetes Maravilha estrearam os espetáculos 2HISTÓRIAS (com Felipe Rocha e Alex Cassal), TODA NUDEZ SERÁ CASTIGADA (com Alex Cassal, Alice Ripoll, Camila Pitanga, Felipe Rocha e Marina Provenzzano) e DESEJO-MANIFESTO (com Alex Cassal e Marina Provenzzano). Em 2012, apresentaram os seus espetáculos em diversas capitais brasileiras e em Portugal, onde realizaram uma nova co-criação com o Mundo Perfeito, MUNDO MARAVILHA.  Em 2013, uma nova produção: SÍNDROME DE CHIMPANZÉ, com texto e direção de Alex Cassal e em 2015, Alex e Felipe dirigiram os alunos formandos da Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa, criando o espetáculo TORNADOS.

Serviço

Boca
Endereço: Praça Tiradentes, 85 - Centro
Data: 12 de dezembro
Horário: 23h
Duração: 75 minutos
Capacidade: 50 lugares – distribuição de senhas, 60 minutos antes

Equipe de Criação

Com: Felipe Rocha, Marina Provenzzano, Renato Linhares e Stella Rabello
Texto de Alex Cassal (escrito com suporte da Residência Días Hábiles - O Espaço do Tempo, Montemor-o-Novo, Portugal)